Origem

Em 27 de março de 1968, no governo Roberto Costa de Abreu Sodré, foi criado o Fundo de Assistência do Palácio do Governo - Lei n. 10.064 inicialmente, com a proposta de prestar assistência aos necessitados. A sede do Fundo funcionava em um palacete da Av. Rio Branco, em Campos Elíseos, antigo Palácio do governo paulista. Em 1980, no governo Maluf, a sede foi transferida para o atual endereço, no Parque da Água Branca.

Em 16 de maio de 1983, no governo André Franco Montoro, o Decreto n. 20.925 estabeleceu a nova denominação de Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, já com uma nova proposta: prestação de apoio técnico e financeiro aos Fundos Municipais de Solidariedade dos Municípios. Para efetivar a mudança, foram levados em consideração a descentralização e o fortalecimento dos municípios nas atividades sociais.

Atualmente, o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo é um órgão vinculado à Secretaria de Governo, dirigido pela Primeira Dama do Estado. O decreto n. 56.698 de 28 de janeiro de 2011 reorganizou os serviços administrativos e assistenciais do Fundo Social.

O Fundo Social é dirigido por um Conselho Deliberativo composto por sete membros, com mandato de dois anos e recondução permitida, sob a presidência da esposa do Governador do Estado ou por outra pessoa de livre escolha deste.

A atual administração exercita a solidariedade educativa, criando programas e ações visando o resgate da dignidade humana, a capacitação profissional, a geração de renda e emprego. Para tanto, são articuladas ações e a ampliação de parcerias com a iniciativa privada, órgãos do governo e com a sociedade civil. São políticas governamentais apoiadas por empresas que tem a consciência da responsabilidade social na contribuição para a redução das desigualdades sociais.

O Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo atua na capital em 2500 entidades cadastradas e, no interior, por meio dos Fundos Municipais de Solidariedade.

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